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Entenda como funciona a cãoterapia e seus benefícios

Publicado em 20 de Dec de 2016 por Luana Zanolini Comentar

A cãoterapia ou Intervenção Assistida por Animais (IAA) serve como um tratamento para pessoas que necessitam de alguns cuidados a mais. Entenda como funciona essa terapia e quais são seus benefícios tanto para os cães quanto para os pacientes

Texto Luana Zanolini | Foto Shutterstock

Entenda como funciona a cãoterapia e seus benefícios 

A cãoterapia, também chamada de Intervenção Assistida por Animais (IAA), funciona como tratamento de pacientes com doenças graves, comportamentais, transtornos ou simplesmente pessoas que precisam de um cuidado e carinho a mais – como no caso dos idosos.

Pode ser nomeada como terapia de fato, atividade ou educação. “Existem, na verdade, os dois tipos de projetos: um em que o cão é utilizado como uma ferramenta no tratamento de pacientes, dentro de um consultório de psicologia, por exemplo, e outro em que são organizadas atividades em grupos, onde animais visitam casas de repouso e hospitais”, diz Leonardo Ogata, parceiro da COMAC (Comissão de Animais de Companhia) do SINDAN e fundador da Tudo de Cão, empresa especializada em adestramento e treinamento de animais.

Casos como autismo, transtornos alimentares e cognitivos comportamentais (dependências químicas, hiperatividade), idosos em casas de repouso ou crianças em tratamento são indicadas para utilizar os bichinhos como momento de diversão, distração e, ainda por cima, melhora na saúde.

Benefícios da Cãoterapia

Dentre os benefícios da cãoterapia estão: criar vínculos e desenvolver melhorias no estado físico e mental do paciente, diminuir níveis de estresse, aumentar a socialização com outras pessoas, a adesão ao tratamento e até aliviar o sofrimento, dependendo da condição. E a prática não é boa somente aos humanos, mas também para os animais, promovendo contato direto com pessoas, tornando-os mais ativos e sociáveis.

Para que um cão possa participar de propostas como essas é necessário que tenha treinamento específico, adestramento e vacinas em dia. Além disso, é necessário passar por avaliações de estresse e comportamento. As raças que mais são possuem perfil para isso são: Golden Retriever, Labrador, Bernese Mountain Dog e também os vira-latas. O especialista ainda faz um alerta: “não é só a raça que conta, vários fatores da personalidade do animal são analisados e temos muitos animais sem raça definida que são aprovados no processo”.

 

 

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